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A ZeroMeiaUm Assessoria Esportiva é uma equipe primeiramente voltada para o bem estar e a saúde de seus atletas. A frente da equipe está João Carlos de Almeida, um profissional da área e triatleta há 16 anos. Leia Mais...

Arquivo da categoria 'Dicas'

Mitos e verdades

Quinta-feira, Maio 7th, 2009

.MITO
Eliminar o jantar ajuda a emagrecer.
Não se deve eliminar nenhuma refeição. Pelo contrario, quem quer emagrecer deve dividir as necessidades nutricionais em 5 ou 6 refeições diárias para estimular o metabolismo a queimar mais. Quando se fica muitas horas sem se alimentar, o organismo tende a “economizar” energia – queimando menos gordura para fazer a mesma coisa.

.VERDADE
A hidratação antes da prova é fundamental para o desempenho.
Sim. Ela é fundamental, e dependendo da duração do exercício, deve ser feita durante a atividade(em medi 150ml a 300ml a cada 20 minutos). Sabe-se, porem, que a hiperidratação pré-prova, em detrimento á hidratação regular durante a prova, não é eficaz. A receita ideal continua sendo hidratar-se antes, durante e após os exercícios.

.MITO
Para boa performance na corrida deve-se cortar radicalmente as gorduras da dieta.
Até 35% de gorduras na dieta podem ser recomendadas a maratonistas, preferencialmente até 10% saturadas(frituras, carne vermelha, etc..)e demais gorduras insaturadas, como azeite de oliva, nozes, castanha,soja, pinhão, etc. Consumo abaixo de 15% de gorduras na dieta está associado á carência nutricional, ainda mais em atletas nos quais a gordura é considerada fonte de energia.

.MITO
Não se deve ingerir banana no período noturno.
Não existe nenhum problema: a banana apresenta moderado IG(índice glicêmico)e fácil digestibilidade. Não devemos consumir em exagero, pois possivelmente não precisaremos daquela energia em grandes quantidades no período noturno.

.MITO
Ingerir líquidos durante o treino atrapalha.
A ingestão de líquidos durante o treino é recomendável, principalmente se for superior a 60 minutos. Recomenda-se um volume tolerável de bebida, tipo água ou isotônico, de 20 em 20 minutos.

.MITO
Corredores de longa distância não devem ter o hábito de alimentar-se na primeira hora após o treino.
Quanto mais imediata for a reposição de carboidratos pós-treino(ate duas horas pós-treino), maior será a ressíntese do glicogênio muscular.

.VERDADE
Consumo constante de aminoácidos BCAA e ORNITARGIN geram efeitos colaterais(fígado, rins, etc).
Todo consumo constante de proteínas ou constituintes protéicos(aminoácidos, peptídeos)pode sobrecarregar rins e fígado. No caso dos aminoácidos ramificados(BCAA) e do ornitargin, se for prescrito por um nutricionista em conjunto com uma dieta em quantidades adequadas, não causará danos. Pelo contrário, eles teriam efeito desintoxicante das células hepáticas. È importante também o alto consumo de líquidos.

.VERDADE
Muitos corredores não se hidratam, pois na maioria das vezes, não sentem sede ou pedem o ritmo quando bebem o liquido. Esta situação atrapalha o rendimento na prova ou treino.
Pesquisas cientificas tem demonstrado os benefícios fisiológicos e vantagens no desempenho quando o atleta é bem hidratado, antes, durante e depois do exercício. È importante saber que o atleta elimina, através da sudorese, quantidades de sódio e cloreto muito superiores a outros eletrólitos. A deficiência de sódio leva á hidratação incompleta, que pode ocasionar cãibras. A reidratação rápida associada á deficiência de sódio pela sudorese pode levar á hiponatremia, redução letal dos níveis de sódio no sangue. O não sentir sede quer dizer que o atleta ainda não esta desidratado, pois a sede é o cérebro avisando que o corpo desidratou. O certo é não esperar ter sede. O ideal é que, nos treinos, o atleta comece a se acostumar com a hidratação. Existem algumas regrinhas que favorecem a hidratação, como: beber no Maximo 150ml de liquido por vê; os intervalos devem ser de aproximadamente de 20minutos;o liquido deve estar gelado para favorecer a absorção. No geral, se perde o ritmo da prova por não estar acostumado com a pratica ou por beber um volume inadequado.

.VERDADE
A maioria das provas acontece no período da manhã. Portanto, é necessário reforçar a alimentação na noite anterior, assim como um bom café da manhã.
O ideal é que na noite anterior o atleta aumente a ingestão de carboidratos complexos(para aumentar a reserva de energia - glicogênio). No dia da prova deve tomar o café da manhã duas horas antes, ingerindo alimentos que não fujam do seu hábito, que contenham pouca fibra(para evitar transtornos intestinais) e sejam pouco gordurosos. Para não se sentir pesado durante a corrida, o atleta deve evitar grandes volumes de liquido durante a refeição e não exagerar na quantidade de comida. Vale lembrar que o atleta já fez uma reserva energética na noite anterior e que durante a prova pode usar um gel energético.

.MITO
Beber vinho, mesmo que socialmente atrapalha a corrida.
O vinho de boa qualidade fornece excelente quantidade e variedade de antioxidantes(como, por exemplo, o mais famoso: o resveratrol – que possui como uma das funções principais a diminuição da agregação plaquetária). O problema é que ele pode intoxicar, como qualquer bebida alcoólica, as células hepáticas – e o atleta pode ser mais ou menos sensível a esse efeito. O ideal é que, se o objetivo for o alto rendimento, o atleta só o consuma nas férias. Se for apenas para a pratica ou pala vida mais saudável, o consumo ocasional pode trazer benefícios. Temos também suco de uva natural e puro com esses componentes antioxidantes.

.MITO
Banana é a melhor fonte de carboidrato.
A maioria das frutas é boa fonte de carboidrato(com exceção da polpa do coco, o açaí e do abacate). 100g de banana nanica(2 unidades)fornecem em torno de 24g de carboidrato de IG(índice glicêmico – indicador da velocidade de transformação do carboidrato em glicose)moderado, o que a torna interessante. Mas o importante é pensarmos em termos de variedade de alimentos para que tenhamos variedade também de vitaminas e minerais.

.MITO
Correr depois do café da manha faz mal.
Não se deve é correr em jejum. O café da manha ideal deve fornecer energia, ter, fácil digestão e ser consumido aproximadamente uma hora antes do treino. Por exemplo, suco e torrada com requeijão light e/ou banana amassada. A quantidade e o alimento prescrito vai variar de acordo com alguns critérios: tempo antes do treino / duração e intensidade do treino / tolerância individual.

.MITO
O ideal é tomar suplemento de carboidrato(gel) apenas antes da prova.
O atleta pode ingeri-lo em três momentos: 15 minutos antes da prova, a cada 1 hora em competições acima de 2 horas e ate 1 hora após o termino da prova.

.VERDADE
Em termos nutricionais, o arroz branco, batata cozida e macarrão sem molho se equivalem.
Com certeza, pois são fontes de carboidrato. Estes devem ser consumidos em todas as refeições, especialmente antes e após as corridas. Para melhorar a qualidade nutricional, prefira as versões integrais após os treinos, para aumentar a ingestão de fibras, vitaminas do complexo B e sais minerais. Antes do treino deve-se ficar com os brancos ou refinados, que possuem digestão mais rápida, facilitando o aproveitamento do alimento para produção de energia.

.MITO
Repositor eletrolítico e energéticos são a mesma coisa e desempenham a mesma função no organismo.
Não, estes alimentos não são a mesma coisa. O repositor hidroeletrolítico possui água, sais minerais(primcipalmente sódio, cloro e potássio)e carboidratos em 6% a 10% de concentração. Sua função é repor os sais minerais e água perdidas no suor, como o próprio nome já diz. Além disso, eles retardam a fadiga e melhoram a performance em exercícios de longa duração ou feitos sob uma temperatura elevada(situação em haja sudorese acentuada). Os energéticos possuem no mínimo de 90% de carboidratos e servem para repor a energia gasta após o exercício. Também como o próprio nome diz, fornecem enregia(caloria), sob forma de carboidrato.

.VERDADE
Em provas longas, queima-se massa magra, e vale a pena fazer a suplementação protéica para melhorar o rendimento.
A suplementação protéica tem se mostrado bastante eficiente para atletas de provas longas, mas uma dieta equilibrada é fundamental para se obter um bom resultado da suplementação. O ideal é começar a suplementar pelo menos um mês antes da prova. Para isso é necessário a ajuda de um profissional que irá calcular qual a necessidade de cada atleta e também qual tipo de proteína é o mais indicado.

.MITO
Proteínas são mais essenciais para os atletas que os carboidratos.
Ambas são essenciais por desempenharem papeis diferentes. Basicamente, as proteínas têm função construtora, plástica. Os carboidratos têm função energética. A quantidade de carboidratos necessários ao dia é maior que a quantidade de proteínas.

.MITO
Quando as provas acontecem no período da tarde, não se deve almoçar.
O almoço deve ser a base de carboidrato complexo(arroz, massa, batata)em torno de 70% do total de calorias ingeridas, uma proteína de digestão mais rápida(carne branca) em torno de 20%. A refeição não deve conter muita fibra no dia da prova. A quantidade de calorias é variável para cada atleta.

O problema pode estar na sua boca

Segunda-feira, Janeiro 26th, 2009

Você deve estar estranhando. Mas é verdade! Todo mundo sabe que o cuidado com a saúde para quem pratica um esporte – seja profissional ou amador – é fundamental para que se tenha um bom desempenho. Pois o mesmo se pode dizer com relação à saúde bucal. Ela também é imprescindível para que os esportistas melhorem sua condição.

A especialidade que cuida da saúde bucal de atletas é a Odontologia Desportiva. Bastante conhecida e aplicada no exterior, ainda engatinha em terras brasileiras. Infelizmente, muitos ainda consideram a saúde bucal como algo à parte, que não merece tanta atenção quanto o condicionamento físico ou a alimentação.

A grande diferença da Odontologia Desportiva para a convencional é que o profissional especialista em esporte conhece a cabeça do atleta. Muitas pessoas apresentam dores nas costas e o médico trata como problema muscular, sendo que a causa pode ser odontológica. Neste caso, a pessoa não melhora e ela e o médico não entendem o porquê da não recuperação. Quando uma pessoa tem algum problema na boca, ela leva até duas vezes mais tempo para se recuperar, pois o sistema de defesa do organismo ficará dividido entre a lesão da boca e a física.

A importância da saúde bucal para um bom desempenho do esportista está relacionada ao fato dos problemas bucais influenciarem diretamente outros problemas de saúde, como os respiratórios e circulatórios. Um problema ortodôntico pode levar a uma respiração bucal, que é completamente inapropriada a um atleta, que pode apresentar uma queda de 21% em seu rendimento físico.

O rendimento de um atleta pode diminuir por vários motivos, entre eles:

Foco infeccioso na boca - o que representa o comprometimento da saúde dos dentes (um canal aberto significa 17% de queda no condicionamento) e/ou no periodonto (gengiva e tecidos de sustentação) e de outros órgãos do corpo, espalhando-se através da corrente sanguínea, provocando risco para o coração, lesões nas articulações e dificuldade de recuperação em lesões musculares.

Má oclusão - o que gera problemas de mastigação, podendo prejudicar a absorção dos nutrientes, assim como pode provocar desequilíbrios musculares e problemas na articulação têmporo-mandibular.

Dor e desconforto - que são suficientes para prejudicar o desempenho e a concentração. Uma simples dor de dente pode fazer a diferença em um prova decisiva.

Fonte: Dr. César Donadio - MPR Assessoria Esportiva

Alongamento

Domingo, Julho 13th, 2008

Não importa seu esporte: não esqueça do alongamento

A flexibilidade e o alongamento são os maiores esquecidos nos treinos físicos. Freqüentemente, quando fazemos um forte exercício, parecemos exaustos e desmotivados a fazer qualquer outra coisa
Entretanto, quando alongamos, na maioria das vezes o exercício é recebido com grande aceitação.
A flexibilidade é um importante componente de qualquer programa de exercícios e de todos os esportes, e aqui falaremos as razões desta afirmação.

1. Um músculo alongado suporta melhor o exercício do que o que não foi, além de evitar contusões.
2. Com mais liberdade de movimento, maior a velocidade e força do exercício. Isto conduzirá a um maior conforto ao executar todo o movimento ou ao se exercitar, e trará melhorias no desempenho atlético.
3. O alongamento aumenta a escala do movimento e realçam a recuperação do exercício ajudando a diminuir o desperdício metabólico dos músculos.

Os músculos sem flexibilidade podem causar dor e lesões. Isto é comum principalmente na parte mais baixa da coluna das pessoas que correm, pedalam ou ficam apenas sentados numa mesa o dia inteiro.
Estão aqui alguns métodos para você trabalhar sua flexibilidade e algumas informações a respeito de alongamento e flexibilidade:

Um rápido aquecimento
Num rápido aquecimento, você pode perceber se os músculos estão preparados para os exercícios, com meio segundo os alongando. Isso vai ajudá-lo a preparar seu corpo especificamente para o tipo de esporte ou atividade que fará. Esses exercícios elevam a temperatura do corpo e preparam o físico para os movimentos dos exercícios, lubrificando os músculos para uma melhor performance, prevenindo lesões. Um exemplo é colocar o braço através do peito e segurá-lo com o braço oposto por um segundo e repetir o movimento, para aquecer os braços e alongar os ombros. Tente se exercitar com e sem esse aquecimento para perceber a diferença de como você trabalha melhor.

Alongamento parado
Executado melhor após um aquecimento cardiovascular, quando os músculos esquentam e as junções são lubrificadas. Cada músculo é esticado no ponto máximo de tolerância e prendido por ao menos 30 segundos. Este é o ponto onde sua flexibilidade melhora e a recuperação é realçada.
Alongamento com companhia
É sempre bom você pedir para alguém alongá-lo. Além disso, torna o exercício mais divertido.

Ioga
A Ioga é um excelente método para você melhorar sua flexibilidade, e ao mesmo tempo aproveitar outros inúmeros benefícios de uma prática antiga.

Para profissionais
Consulte seu instrutor pessoal, seu massagista ou o outro profissional de saúde e peça para educá-lo sobre a flexibilidade ou melhor, para trabalhar com você regularmente. A maioria das pessoas não sabe que esses serviços são oferecidos por profissionais e não tiram vantagens dos ótimos resultados.

Água de coco

Quarta-feira, Fevereiro 6th, 2008

Água-de-coco: um alerta aos atletas

Patricia

A grande maioria dos praticantes de atividades físicas e esportivas sabe que hidratação inadequada está associada a um menor desempenho e aumento no risco de distúrbios fisiológicos. Mas, com a sudorese excessiva, decorrente da prática desportiva, a ingestão regular de água, muitas vezes, não é suficiente, principalmente na reidratação após a prática, pois a transpiração de indivíduos - devido a ambientes quentes - proporciona uma excessiva perda de nutrientes, tornando esses indivíduos sujeitos a câimbras musculares e outras reações indesejadas.

Se deixarmos de repor essas substâncias, haverá uma deficiência de água e sódio, resultando em contrações espontâneas: as câimbras. Pessoas com sudorese excessiva perdem grandes quantidades de sódio e cloreto e, geralmente, apresentam ingestão diária relativamente baixa ou inadequada dos mesmos. A deficiência de outros minerais como cálcio, magnésio e potássio também contribui para a instalação da câimbra e de outros problemas neuromotores.

Quando o cálcio, perdido pela sudorese excessiva prolongada, não é reposto de forma suficiente, ou acontece a ingestão de líquido que não o contenha, como a água, pode haver complicações graves. Até a pele é afetada: ocorre a diminuição da elasticidade da mesma.

Mas como vimos anteriormente, para que o organismo tenha todos os nutrientes repostos de maneira correta, há a necessidade de uma complementação na ingestão líquida com isotônicos e sucos, também encontramos na literatura nutricional a indicação da ingestão de água-de-coco, antes, durante e depois de atividades físicas.

Há muitos mitos em torno da água-de-coco. De maneira errada, esta é uma das frutas cujo consumo é sugerido indiscriminadamente, porque é saudável e não engorda. Mas o que é realmente verdadeiro ou falso no que dizem?

É uma bebida diurética, com poucas calorias, rica em nutrientes, livre de gordura e com grande quantidade de potássio, o que auxilia no bom funcionamento do intestino e faz com que os alimentos sejam digeridos mais rapidamente. Sua ingestão ajuda no metabolismo alimentar e aumenta a sensação de saciedade.

A indicação diária para qualquer pessoa é entre um e três copos de 300ml, levando-se em conta que um copo da água da fruta equivale a uma laranja inteira, ou meia maçã. A vitamina C é outra substância existente na fruta.

Por ser rica em sódio e em potássio, a água de coco deve ser ingerida com moderação por pessoas hipertensas. Também não está totalmente liberada para os diabéticos por concentrar muitos carboidratos.

Já para atletas o grande problema da água-de-coco é a elevada concentração de potássio. Se o atleta já possui uma tendência ao aumento de concentração de potássio sanguíneo durante um exercício, e ainda ingere elevadas concentrações de potássio na bebida hidratante, facilmente poderá chegar a um quadro de hipercalemia (existência de grande concentração de potássio no sangue).

Dependendo do nível de concentração, isto pode provocar importantes alterações no traçado do eletro, e conseqüentemente na função cardíaca. Evidentemente não deve ser sugerido que um pouco de água-de-coco, depois de uma caminhada ou uma atividade física por parte de 99% da população venha levar a um infarto! Mas um consumo repetido de água-de-coco durante uma prova de longa duração pode provocar uma condição no mínimo não recomendável.

É importante também estar atento a concentração de potássio de alguns isotônicos, principalmente de sabor coco. São concentrações extremamente elevadas, sendo assim, uma verdadeira “bomba” de hidratação. Por isso não é recomendável ela seja consumida indiscriminadamente.

Água de Coco - Tabela Nutricional - Composição para 200ml

Valor calórico: 40 kcal
Carboidrato: 10g
Proteína: 0g
Lipídios: 0g
Colesterol: 0g
Fibras: 0g
Potássio: 320mg
Fósforo: 10mg (0,7% R.D.A*)
Cálcio: 40mg (5% R.D.A*)
Sódio: 40mg (3,2% R.D.A*)
Magnésio: 10mg (3,2% R.D.A*)

A alternativa então será combinar as bebidas. Pelo menos 1 litro de água pura ao longo do dia e durante as atividades físicas e o outro litro na forma de chá verde ou chá de ervas, flores e frutas e sucos mais ralos (como limonada, laranjada e maracujá).

E atenção: a malhação freqüente ou transpiração intensa no verão exige um aumento da cota líquida em no mínimo meio litro para repor a água perdida.

Drª Priscila de Mattos Machado Andrade, Mestre em Nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em acompanhamento nutricional de atletas profissionais e amadores, coordenadora da Pós Graduação em Nutrição Ortomolecular da FAPES-FACIS-IBEHE. Site: www.nutricaoedesenvolvimento.com.br / E-mail: contato@nutricaoedesenvolvimento.com.br

Lago Paranoá

Segunda-feira, Novembro 19th, 2007

Conforme mapa abaixo, emitido pela Caesb semanalmente, o Lago Paranoá nesta época do ano se encontra 95% apto para a prática esportiva.
Lago paranoa

Meu IronMan, por Sidnei Barbosa de Assis

Quinta-feira, Agosto 2nd, 2007

Domingo, 27 de maio de 2007, seis e cinqüenta da manhã. Na areia da praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis, alinham-se 1263 atletas de 37 países para a largada do IRONMAN BRASIL, etapa do Campeonato Mundial de Ironman, classificatória para a final do Havaí, em outubro. Frio, céu nublado, mar aparentemente calmo, quase liso. Não há muito mais a fazer. Tudo já foi pensado, checado, planejado e treinado incontáveis vezes. O locutor anuncia que falta um minuto pra largada. Penso em todo o treinamento feito, todas as dificuldades, todas as dúvidas e sinto-me enormemente grato por estar ali. Uma buzina soa, levanta-se a faixa de largada, alguns passos e estou mergulhado na água fria, plano horizontal, braçadas suaves, respiração perfeitamente encaixada no delicado momento, uma certa confusão de braços e pernas batendo por todos os lados, água espirrando… E a manhã nublada fica mais bonita por trás das originais lentes cor de laranja do meu óculos de natação.

Os 3,8 km de natação do Iron se desenvolvem num percurso em forma de “M”, feito da direita pra esquerda, constituindo-se, na verdade, em duas voltas (a primeira um pouco maior do que a segunda), entre as quais é necessário sair da água e passar por um ponto de controle na areia. Ao sair da água entre a primeira e a segunda volta o cronômetro marca 40 minutos – cinco a mais do que o mesmo referencial no ano anterior (estaria se prenunciando uma prova mais difícil?). Devido a uma falta de maior afinidade com a água e com a técnica da natação, ainda faço essa etapa com uma atitude moderada, sem fazer força, sem me preocupar com performance… É um aspecto a aperfeiçoar para as próximas vezes. Colabora para essa certa “negligência” o fato de que a natação é, sem dúvida, a etapa mais fácil do Iron, e a que menos impacto tem no contexto geral da prova.

A segunda volta também se desenvolve sem problemas e nos últimos metros do percurso já é possível ouvir o locutor da prova e sua narrativa entusiasmada, e ver a aglomeração de pessoas na areia. A concentração começa a se voltar para a transição iminente e para a viagem que é a etapa seguinte. Fico de pé na areia, olho para o cronômetro: uma hora e dezessete minutos. Retiro os óculos, touca, roupa de neoprene e percorro os 200 metros até a tenda de troca em ritmo acelerado, sob os gritos de incentivo da platéia em volta. Deixo o material da natação e equipo-me para o ciclismo: “macaquinho”, meia, sapatilha, capacete e óculos. Mais uma corridinha até a bicicleta, depois até a linha de largada empurrando a bike e estou no marco zero dos 180 km. Uma transição um tanto demorada: sete minutos e meio entre a areia e o início do pedal.
Este ano usei uma estratégia semelhante à de 2006: pedalar como se não houvesse nada mais depois dessa etapa. Ou seja, não economizar forças. Depois, na corrida, faz-se o possível (e às vezes o impossível…). É uma opção arriscada, mas cada um deve saber o que faz. O ciclismo é a hora de se acalmar, concentrar-se nas reações do corpo e cuidar muito da hidratação e da alimentação. Da correta reposição energética nessa etapa vai depender o sucesso da seguinte, mais do que da economia de músculos que se possa querer fazer. O percurso do ciclismo se realiza em duas voltas de 90 km – ida e volta em boa parte pelo mesmo caminho, sendo cada um das voltas de 45 km -, basicamente por estrada, com asfalto bom e com três subidas fortes em cada sentido.

O tempo nublado correspondia a uma condição climática relativamente estável, aparentemente sem o forte vento característico de Florianópolis. A média de velocidade se manteve por volta dos 31 km/h, e os quilômetros foram passando. No km 85, próximo ao final da primeira volta, lá estava a minha esposa, Mari, a gritar palavras de estímulo e vibração – simples e fantasticamente entusiasmante. Na segunda volta cairam alguns pingos de chuva, mas não chegou a chover de verdade. Últimos cinco quilômetros do ciclismo: média de 30,8 km/h e um desgaste físico que já começa a exigir um algo mais. Dou uma aliviada na força realizada pra tentar amenizar um pouco o impacto da transição que se aproxima. De volta à praia de Jurerê Internacional, sede da competição, a sensação é de alívio e de tensão ao mesmo tempo: alívio por estar terminando uma etapa difícil e suscetível a diversas variáveis com bom rendimento e com tudo em ordem. Tensão pela preocupação em saber como o corpo vai reagir na mudança para a corrida. Na linha de chegada o cronômetro marca 5 horas e 52 minutos, referente ao percurso do ciclismo.

A chegada na transição é entusiasmante, e é uma transição rápida: entrego a bicicleta ao “staff”, corro para a tenda de troca, retiro o capacete e os óculos (a sapatilha havia ficado no pedal), coloco o tênis e o boné, tomo um gole d’água e em menos de dois minutos e meio passo pelo início da maratona. Os primeiros metros me entusiasmam: meus “sensores internos” me indicam que a capacidade de fazer força está “muito bem, obrigado”. No entanto, tudo nessa hora exige cautela e paciência, afinal, ainda falta muito chão até a chegada.

O percurso da corrida é feito em uma volta de 21 km (mais ou menos ida e volta pelo mesmo caminho) e duas voltas iguais de 10,5 km. Grande parte pelas ruas da simpática Jurerê, mas não totalmente. Tem trechos de estradas e ruas inóspitas com grande sensação de distância e silêncio. Quilômetro oito e meio: chego à primeira e mais íngreme subida do percurso. A grande maioria dos competidores sobe andando. Mantenho o ritmo, a respiração e a confiança. O corpo reage bem a esse início e vou me sentindo cada vez mais à vontade. Décimo quilômetro: dou uma olhada no cronômetro. 49 minutos e 45 segundos. Um tempo bom para as circunstâncias. Mas sei que o mais difícil está por vir e que a tendência é essa média cair da metade pro final.

De volta ao local da concentração, no quilômetro 21, tudo ainda está em ordem. A Mari vibrando e transmitindo energia. Inicio a primeira volta de 10,5 km. Por volta do quilômetro 28 nem tudo são flores. Uma indisposição estomacal, ligeiramente anunciada alguns quilômetros atrás, se acentua e alquebra um pouco meu ímpeto. Encontro novamente a Mari, que corre comigo alguns metros e me tira um pouco do estado de “quase hipnose”. Quilômetro 32. Faltam 10. Dou mais uma olhada no cronômetro. Tempo total de prova: 10 horas e 13 minutos. Tomo um gole de coca-cola e conecto a minha melhor energia.
Essa é a hora. À medida que os últimos dez quilômetros vão sendo percorridos tudo se intensifica. A sensação é meio deslumbrante. Exaustão, muita dor muscular, uma grande euforia, um grande “barato” de sensações. Tudo vai se perdendo e se misturando num emaranhado difícil de descrever. Apesar da sensação extrema de esforço e cansaço, o ritmo se mantém, independente e indiferente às dores e desesperos internos. O autêntico e puro “espírito Ironman”, ao vivo, a cores e multifacetado! Passo pela placa do 42. Últimos duzentos metros. A Mari se junta a mim e passamos juntos por baixo do pórtico de chegada. 11 horas e 14 minutos no total. 3 horas e 50 minutos na maratona.

A sensação, logicamente, é maravilhosa. Não por parar de correr, porque a dor muscular e a exaustão só vão parar de gritar uns 40 minutos depois… Mas por concluir um objetivo trabalhado e buscado tão intensamente. Participar de um Ironman é um investimento alto. Não apenas financeiramente, mas principalmente de esforço, tempo e capacidade de realização. O que acaba por criar uma inevitável alta expectativa. Não deve ser nada divertido concentrar tanta energia e ser vencido, por exemplo, por uma corrente da bicicleta quebrada, ou por um tombo num momento de descuido, ou por uma fadiga insuportável na corrida. É uma aposta muito alta, e a sensação de conquista é proporcional.

Acho que fiz o meu melhor. O meu enfoque é de que provas como essa não devem ser mensuradas pelo tempo, nem pela classificação (à exceção dos profissionais, para quem a referência, naturalmente, é outra), muito embora essa seja a primeira pergunta da maioria das pessoas. O que vale é: primeiro, ter feito; segundo, ter feito com domínio, com propriedade, com valentia; e terceiro: é preciso se divertir com o negócio (não esquecer que, no final das contas, é apenas um jogo). Então valeu muito.

Ao final, cabe lembrar ainda um desses ditos dos grandes navegadores desses mares sem fim: “Não fui eu que atravessei o oceano. Foi ele que me deixou atravessar”.

Até a próxima.

Brasília, Junho de 2007.

Sidnei Barbosa de Assis.
Atleta ZeroMeiaUm

Correr na esteira - prós e contras

Terça-feira, Julho 10th, 2007

A corrida em esteiras tem-se tornado um assunto controverso, deixando muitos atletas confusos. Afinal, vale a pena treinar na esteira? É muito diferente do treino na rua? Depois de muitos anos acompanhando atletas que usam a esteira, minha opinião é que esse trabalho pode ser muito benéfico, em alguns casos até substituindo os treinos ao ar livre.

Os movimentos na rua e na esteira são fundamentalmente diferentes. Na rua, as pernas criam forças propulsoras que aceleram o centro de sua massa e o “lançam” à frente. Esse centro de massa é desacelerado durante a recuperação de cada passada.

Assim, o centro de massa é acelerado e desacelerado continuamente. Na esteira, o centro de massa fica estático e o piso “desaparece”, movendo as pernas do corredor para trás do corpo. O atleta então tem de mover a perna de apoio de volta à frente do corpo, reposicionando-a para manter o centro de massa estável. Com isso, o corredor acaba dando pequenos saltos ao invés de empurrar seu corpo à frente a partir do pé de trás, como em uma corrida na rua. O movimento da esteira também faz com que a parte da frente dos pés entre em contato com o piso mais rápido do que na rua.

Porém, com alguns cuidados, correr na esteira traz mais vantagens que desvantagens (veja abaixo) e pode ajudar corredores de todos os níveis a melhorar seus desempenhos e a treinar mais assiduamente. Além de permitir alguns momentos à frente da televisão ou lendo, sem nenhuma culpa…

Vantagens
Facilita a avaliação e a correção da mecânica de corrida. Você ou seu técnico poderão observar como está sua passada, sua pisada, assim como seus limiares, ritmos e outras variáveis que seriam difíceis de se medir em uma corrida ao ar livre.

A esteira “dribla” os imprevistos meteorológicos e previne contra assaltos em corridas solitárias à noite.

É o aparelho que mais queima calorias (se comparado com bicicletas estácionarias, escadas e aparelhos de remo), segundo um estudo recente do Journal of the American Medical Association.

Oferece melhor amortecimento do impacto de cada passada, comparado ao treino na rua;
Possibilita constante monitoramento do ritmo, ajudando na percepção e manutenção do passo;

Facilita entender a relação freqüência cardíaca x velocidade, já que ambos são medidos e mostrados em tempo real, durante todo o exercício;

Uma sessão de esteira bem montada e bem executada pode ter mais qualidade do que na rua, já que o corredor pode variar a velocidade e a intensidade do exercício de forma mais precisa, obtendo um treino mais objetivo e científico;

A esteira exige mais concentração no movimento do que quando se trota no parque, batendo papo com os amigos. Esse foco na forma acaba se transferindo para a corrida na rua. Aliás, a grande maioria dos benefícios do trabalho na esteira acaba se transportando para a corrida ao ar livre, qualquer que seja o seu nível de treinamento.

Desvantagens:
• A temperatura em ambientes fechados geralmente é mais alta do que ao ar livre, e a falta de vento vai fazer você transpirar mais, perdendo mais líquidos.
• Um dos fatores que mais pesam na dificuldade de correr ao ar livre é a resistência do vento. Como essa resistência não existe na esteira, convém sempre aumentar um grau de inclinação ou alguns quilômetros na velocidade para igualar a intensidade entre os ambientes.

Cuidados:
• Assegure-se de dispor de uma boa esteira (boa largura e amortecimento), instalada em local com boa ventilação de ar.
• Ao correr na esteira pela primeira vez, não se assuste se sentir-se um pouco sem coordenação, com movimentos pouco naturais. Comece andando, até se sentir mais confortável com o sentimento do seu pé sendo puxado para trás pela esteira.
• Só use as barras de apoio quando começar andar e esqueça-as quando começar a correr. Resista à tentação de correr se apoiando com as mãos nas barras da esteira, seja qual for a inclinação. Lembre-se que na rua você não tem onde se apoiar.
• Olhe para o painel da esteira até se sentir a vontade para olhar à frente. Alterne até conseguir olhar em volta e eventualmente você irá fazer sua sessão inteira assistindo televisão ou conversando. Evite olhar para seus pés ou os pés de outras pessoas em esteiras a seu lado.
• Não deixe de se hidratar bem antes, durante e depois do exercício. Ventiladores ajudam muito.
• Corra ereto e balance seus braços como se estivesse correndo na rua. Deixe os ombros relaxados.
• Tente fazer com que seu pé entre em contato com a esteira ligeiramente abaixo da metade de trás de sua sola e role para frente, para a “bola” do pé.
• Ao sair da esteira é normal sentir-se um pouco desorientado por alguns minutos. Use esse tempo para alongar-se e aclimatar seu corpo de volta a “terra firme”.

REVISTA O2 - EDIÇÃO 07
por Marcos Paulo Reis

Nutrição na Atividade Física

Terça-feira, Junho 12th, 2007

A prática regular de atividade física traz muitos benefícios à saúde, entre eles, aumento
do gasto energético, maior coordenação motora, melhora
da capacidade cardiorespiratória, diminuição do estresse e redução do risco de doenças (hipertensão, obesidade, diabetes). Entretanto, para uma vida saudável, é necessário aliar o exercício físico a uma dieta balanceada, contendo alimentos de todos os grupos e nas quantidades adequadas.

A alimentação desempenha um papel importante na atividade física, pois prepara o organismo para o esforço, fornecendo os nutrientes necessários que irão variar de acordo com o tipo de exercício e o objetivo que se pretende alcançar como, por exemplo, perda de peso ou ganho de massa muscular.

O texto, a seguir, explica qual a função de cada nutriente no desempenho físico, como deve ser a distribuição dos nutrientes na dieta, quando consumir cada um deles e aborda também um tema polêmico quando o assunto é atividade física - a suplementação.

Carboidratos

A dieta de um praticante de atividade física, assim como a de um sedentário, deve ser composta, em sua maioria, por alimentos fonte de carboidratos (arroz, batata, macarrão, pão) devendo compor até 65% do total de calorias fornecidas pela alimentação.

Os carboidratos servem de matéria-prima para a produção de glicogênio muscular que é a primeira e a principal fonte de energia utilizada durante o exercício. Pelo fato dos estoques musculares e hepáticos serem limitados, a reposição de carboidratos deve ser feita de forma constante. Antes do exercício, deve-se ofertar uma refeição (3 horas antes) ou um pequeno lanche (1 hora antes) contendo alimentos ricos em carboidratos, respeitando a duração do treino. Logo após o término da atividade, o carboidrato também deve ser ingerido para que os estoques de glicogênio sejam rapidamente repostos, beneficiando a recuperação que passa a ser mais acelerada e que prepara o músculo para atividades subseqüentes.

Proteínas

A ingestão de proteínas deve manter a proporção máxima recomendada para os indivíduos saudáveis que é de 15% em relação ao valor calórico total da alimentação diária.

Os alimentos protéicos (carnes, ovo, leite, iogurtes, queijos) não devem ser consumidos muito próximos ao início da atividade por terem uma digestão mais demorada e, com isso, provocarem desconforto estomacal durante o exercício. Logo após a atividade, também não é um bom momento, devido à prioridade do organismo em sintetizar glicogênio para repor os estoques de carboidratos gastos no esforço. Portanto, os alimentos protéicos devem ser consumidos distantes dos horários de treino e de forma fracionada, ou seja, em várias refeições para que haja melhor aproveitamento dos aminoácidos pelo tecido muscular.

Em relação à suplementação de proteínas, é bom reforçar que dificilmente não atingimos a sua recomendação diária através dos alimentos. Entretanto, existe um certo mito de que quanto maior a ingestão protéica, maior é hipertrofia muscular. O que em geral se observa, principalmente entre os praticantes de musculação, é um consumo muito além do necessário, sem a orientação de um profissional especializado. Dados encontrados na literatura, ainda são controversos quanto à suplementação. A creatina, por exemplo, que é sintetizada no organismo a partir de três aminoácidos (glicina, arginina e metionina), foi relatada em estudos como responsável por aumentar a massa muscular e o desempenho nos exercícios de musculação, contudo essa relação não está bem esclarecida. Dúvidas aparecem também no que diz respeito aos efeitos colaterais a longo prazo e em altas doses. O importante é saber que o maior estímulo para o ganho de massa muscular é o treinamento de força e o descanso suficiente entre as sessões.

Lipídios

O consumo de lipídios não deve ultrapassar 20% do valor energético diário. A prática de atividade física com o objetivo de reduzir os depósitos de gordura corporal deve ser acompanhada de baixa ingestão de lipídios na dieta, para os resultados serem obtidos mais rapidamente. Da mesma forma que os alimentos protéicos, os alimentos ricos em gordura não devem ser consumidos próximos ao início dos treinos.

Água e eletrólitos

A hidratação adequada é importante para o bom desempenho físico. A ingestão de água em todas as etapas do exercício é suficiente para repor a perda hídrica em atividades leve e moderada (caminhada, musculação, ginástica). Apenas no caso de atletas, em que o treinamento é intenso sendo maior o risco de desidratação, é indicado o uso de bebidas isotônicas para reposição rápida da água e dos eletrólitos (sódio, potássio, cloro) perdidos, além de glicose para manter a glicemia constante.

Aproveite a chegada do inverno,quando não tem chance dechuvas e entre para o time dos praticantes de atividade física, comprovando - na prática - os seus benefícios. Não se esquecendo de aliar os exercícios à alimentação saudável.

Fonte
Tirapegui J. Nutrição - Fundamentos e Aspectos Atuais. Atheneu, São Paulo, 2000.
Nutrição - Saúde & Performance. Nutrição Esportiva. VP Consultoria Nutricional. Ano 3, nº 10, 2001.